Doadores e receptores discutem fluxos financeiros de REDD+

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Por Rogério Lima

No último dia 5 de dezembro, foi realizada uma reunião técnica de apresentação e validação de dados de financiamento de REDD+ no Brasil. O evento, organizado pela Forest Trends, aconteceu em Brasília e teve como objetivo apresentar resultados preliminares do mapeamento de fluxos financeiros para atividades de REDD+ no país, uma pesquisa levada adiante em diversos países e coordenada no Brasil pelo Idesam.

Os dados incluem o financiamento de fundações privadas, governos internacionais, agências de cooperação e o Fundo Amazônia para o período de 2009-2013.

O mapeamento de fluxos financeiros visa identificar lacunas e sobreposições de financiamento que guiem políticas nacionais e estaduais. Ao comparar o financiamento entre estados, é possível incentivar a obtenção de apoio financeiro em estados que recebem esse tipo de apoio em pequena quantidade, como o Amazonas. Além disso, o mapeamento visa também informar a tomadores de decisão dados mais precisos quanto à quantidade de recurso que está sendo efetivamente transferido em nível nacional e estadual.

De acordo com Gabriela Albuja, responsável pelo projeto, a metodologia utilizada focou em mapear primeiramente as instituições doadoras.

“Desse modo, não começamos identificando os fluxos financeiros de projetos, pois levaria um tempo maior”, afirmou ela. “Com o evento conseguimos validar os dados, coletados ao longo de 2 anos de pesquisa, junto com um público-alvo de diversas instituições doadoras e que recebem financiamento”, concluiu.

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