Em cenário de emergência climática, destravar a bioeconomia é chave na busca de modelos de desenvolvimento compatíveis com a floresta em pé – um potencial global de US$ 7,7 trilhões até 2030, segundo o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID). Na Amazônia, a agenda tem atraído políticas e investimentos, mas a complexidade do desafio impõe uma nova fronteira de governança: a interação em rede. Uma maior convergência e cooperação entre bionegócios comunitários, instituições de ciência e tecnologia e indústrias se evidencia como premissa estratégica para romper barreiras, compartilhar soluções, acessar mercados e acelerar o uso sustentável da biodiversidade, com protagonismo das populações locais.
A atual expansão de biohubs, núcleos, centros, pólos e outras formas de agrupamentos na Amazônia reflete essa tendência, que começa a ser mapeada e estudada como forma de subsidiar programas de governo, prioridades de financiamento e ações de empresas. Financiado pelo Instituto Clima e Sociedade (iCS), o trabalho inédito, publicado na Página 22, analisa conceitos e apresenta referências que inspiram inovações para uma governança mais interativa da bioeconomia amazônica. Boa leitura!
Ficha Técnica
Coordenação do estudo: Carlos Gabriel Koury
Coordenação e redação: Sérgio Adeodato
Edição e divulgação: Amália Safatle
Relatório técnico: Yurik Ostroski, Maria Carolina Vilar Balro, Carlos Gabriel Koury e Paulo Simonetti
Desenvolvimento Web: José Roosevelt Junior | Mediacts






