(Português do Brasil) Apoio a negócios sustentáveis é destaque em primeiro ano de atuação da PPA

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Lançado hoje, Relatório Anual de Atividades da PPA reúne principais resultados da plataforma

 

Texto e Foto por Comunicação Idesam

 

Com pouco mais de um ano desde sua criação, a Plataforma Parceiros pela Amazônia (PPA) já conseguiu acumular um importante legado de apoio a negócios de impacto socioambiental na região, e agora traça novas estratégias e oportunidades de captação de recursos para dar continuidade ao trabalho nos próximos anos. Todas as conquistas da PPA foram compiladas em um Relatório Anual de Atividades, que destaca os principais resultados da plataforma em 2018, como o investimento de R$ 1,1 milhão em startups e o acompanhamento direto de 15 empresas amazônicas pelo seu Programa de Aceleração .

Tendo como coordenadores executivos o Idesam, a Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional (USAID), o Centro Internacional de Agricultura Tropical (CIAT), Instituto Peabiru e ECAM, a PPA foi criada a partir da liderança e busca de empresas amazônicas por novos modelos de uso sustentável da floresta, capazes de desenvolver cadeias de valor atreladas à conservação florestal e geração de renda.

Com esse ideal em mente, várias ações voltadas ao desenvolvimento do ecossistema de negócios sustentáveis na Amazônia foram postas em prática.  Um dos marcos em sua história foi a primeira Chamada de Negócios de Impacto PPA, que teve como objetivo mapear startups promissoras na Amazônia que estivessem aptas a receber investimentos, chegando a receber a inscrição de 81 empresas interessadas.

Desse montante, quatro negócios amazônicos foram selecionados para negociar aportes financeiros com diferentes investidores, durante o 1o Fórum de Investimentos de Impacto e Negócios Sustentáveis na Amazônia, realizado em novembro do ano passado.  Também, foram selecionadas as 15 start-ups que participam do Programa de Aceleração da PPA. De acordo com o coordenador da PPA, Mariano Cenamo, todos os resultados presentes no Relatório de Atividades representam as experiências e aprendizados gerados durante o último ano e serviram para reforçar a convicção que motivou a criação da PPA.

“Foram dados os passos iniciais para valorizar a biodiversidade da Amazônia e promover o desenvolvimento socioeconômico por meio de ações conjuntas e colaborativas. Reuniões de engajamento e planejamento, estudos de referência, investimentos e projetos-piloto e até um Fórum Regional foram realizados, reforçando a existência de novas oportunidades estratégicas para a conservação da Amazônia por meio de startups e negócios de impacto”, destaca Cenamo.

Um dos principais nomes por trás dos resultados bem-sucedidos da PPA, O diretor da USAID/Brasil, Michael Eddy, também comemora o saldo positivo da plataforma. “Após um ano de muito trabalho podemos, por meio deste relatório, apresentar os resultados da PPA. Implementada pelo Idesam e CIAT neste primeiro ano, a PPA é o exemplo prático da nova visão da USAID, que promove o engajamento do setor privado por meio de parcerias estratégicas com o objetivo de identificar soluções inovadoras para a conservação da biodiversidade e o desenvolvimento sustentável da Amazônia”, ressalta Eddy.

Estratégias para os próximos anos

A compilação com todos os números, resultados e metas para os próximos anos da PPA foram apresentadas em uma assembleia geral (19/março), onde os membros da plataforma também discutiram mudanças significativas da PPA para o seu segundo ano de atuação. Uma nova proposta de arranjo de governança foi apresentada para dar mais agilidade ao grupo, permitindo o envolvimento das empresas diretamente nos temas de seu interesse, de forma mais ágil e autônoma.

Na prática, a mudança é que a atuação da PPA agora se dará através dos Grupos Temáticos (GTs), onde serão divididas as ações de acordo com eixos prioritários da plataforma, que vão abordar assuntos como incentivos fiscais, bioeconomia e modelos de parcerias entre empresas e comunidades, para citar alguns.

“Neste novo modelo de governança, as empresas podem não só identificar e aproveitar oportunidades estratégicas mapeadas e trazidas pela Plataforma como um todo, mas também criar novas parcerias entre seus membros, percebendo a iniciativa como espaço de inovação e alinhamento de agendas e projetos institucionais. Esperamos que esse modelo sirva ainda como um laboratório de experimentação, com geração e compartilhamento de melhores práticas e lições aprendidas”, explica Mariana Pavan, da coordenação-executiva da PPA.

Além dessas mudanças, estão previstas novas estratégias de captação de recursos, que consideram uma das potenciais propostas a criação de um Fundo PPA. Os membros atuais da PPA são: Beraca, BV Rio, IPÊ (Instituto de Pesquisas Ecológicas), Imaflora (Instituto de Manejo e Certificação Florestal), SITAWI, Instituro Humanize, Sol, Simineral (Sindicato das Indústrias Minerais do Estado do Pará), Imerys, Gestor Gestão Organizacional, Cargill, Ambientare e Aimex

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