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Comunidades amazônicas e pesquisadores se unem em desafio internacional com premiação de até R$ 450 mil  

Foto: Odara Audiovisual

Comunidades do Acre e da Terra do Meio, no Pará, cocriaram, em parceria com o Idesam, o Desafio Bioinovação Amazônia, iniciativa internacional que está com inscrições gratuitas abertas até 30 de junho para selecionar inovadores e especialistas em pesquisa e desenvolvimento (P&D). Os participantes terão acesso a mentorias, bolsas mensais de até R$ 7,5 mil e U$1.300,00, imersões em territórios amazônicos e capital semente para desenvolver o negócio de até R$ 450 mil. As inscrições podem ser feitas no site: Desafio Bioinovação Amazônia 

O objetivo do desafio é conectar saberes tradicionais, ciência aplicada e mercado para desenvolver soluções voltadas aos setores de alimentos, cosméticos e novos materiais verdes, utilizando matérias-primas da sociobiodiversidade amazônica. A iniciativa irá selecionar 25 inovadores com experiência em biodiversidade amazônica e 25 especialistas globais em desenvolvimento de produtos. 

Em equipes multidisciplinares, os participantes irão desenvolver soluções para seis desafios construídos a partir de escutas ativas realizadas com comunidades paraenses e acreanas, que geram renda de forma sustentável com produtos da floresta. As propostas estão ligadas às cadeias do açaí, castanha-do-brasil, óleos e amidos vegetais e borracha nativa. 

A iniciativa conta com parceiros estratégicos como a Rede Terra do Meio, articulação formada por mais de 35 organizações comunitárias, indígenas, ribeirinhas e de agricultores familiares da região da Terra do Meio do Xingu, no Pará. E também da Cooperacre, que reúne cerca de 35 cooperativas e associações, representando mais de 2,5 mil famílias extrativistas e de agricultores familiares. 

Para Sílvio Botelho, representante da Rede Terra do Meio, que participou do processo de construção dos desafios, o programa representa uma oportunidade de fortalecer o protagonismo das comunidades. “A iniciativa do Desafio Bioinovação Amazônia conecta diferentes saberes em torno da agenda da sociobiodiversidade, apontando caminhos e possibilidades que tornam possível, ao mesmo tempo, produzir e conservar a partir de novas tecnologias, com cooperação e respeito às populações que vivem na floresta. Por isso essa iniciativa é importante para a Rede Terra do Meio”, comenta. 

Para a Cooperacre, o programa representa uma oportunidade de impulsionar tecnologias disruptivas, promover a verticalização dos produtos da sociobiodiversidade e agregar mais valor às cadeias produtivas amazônicas. “A iniciativa também visa estimular a inovação de produtos, otimizar processos produtivos — especialmente no aproveitamento de resíduos — e ampliar as oportunidades de desenvolvimento econômico e social das comunidades envolvidas. Assim, vamos fortalecer as cadeias da sociobiodiversidade amazônica por meio da inovação, criando mais oportunidades de desenvolvimento econômico e social para as comunidades”, comenta Weverton de Oliveira- coordenador de projetos da Cooperacre. 

Da ideia ao Negócio 

A jornada dos participantes inclui mentorias, capacitações, desenvolvimento de protótipos e uma residência imersiva de 15 dias com atividades em Manaus e nas comunidades envolvidas na criação dos desafios. A experiência permitirá que pesquisadores e desenvolvedores convivam diretamente com o cotidiano das populações amazônicas, compreendendo os problemas, oportunidades e conhecimentos presentes nas cadeias da sociobiodiversidade. 

Além das bolsas mensais entre R$ 3,5 mil e R$ 7,5 mil, para os inovadores aqui falta a parte do especialista em p&D e de as equipes terão acesso a suporte técnico especializado e recursos para o desenvolvimento das tecnologias. Ao final da jornada, três equipes serão premiadas: o primeiro lugar receberá R$ 200 mil; o segundo, R$ 150 mil; e o terceiro, R$ 100 mil para implementação das soluções. 

Segundo Renato Rebelo, coordenador da Zôma, geradora de negócios responsável pelo Desafio, em parceria com o Idesam, a proposta vai além da inovação tecnológica. Ele afirma que o diferencial do programa é unir ciência de ponta, mercado e saberes amazônicos em um processo de cocriação real.  

“Queremos incentivar a criação de negócios sustentáveis que valorizem quem vive na floresta e promovam conservação com geração de renda. O programa nasce com a missão de desenvolver soluções construídas junto às comunidades amazônicas, respeitando os conhecimentos tradicionais e fortalecendo cadeias produtivas locais. A floresta não é apenas fornecedora de matéria-prima, ela é protagonista do processo de inovação”. 

O Desafio Bioinovação Amazônia é uma correalização da Zôma, por meio do Idesam, e da Penn State University, uma das principais universidades de pesquisa do mundo, com apoio financeiro do Bezos Earth Fund. Também são parceiros estratégicos o Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT) e o Centro de Bionegócios da Amazônia (CBA), além de especialistas e consultores de diversas áreas do conhecimento. 

Comunidades do Acre e da Terra do Meio, no Pará, cocriaram, em parceria com o Idesam, o Desafio Bioinovação Amazônia, iniciativa internacional que está com inscrições gratuitas abertas até 30 de junho para selecionar inovadores e especialistas em pesquisa e desenvolvimento (P&D). Os participantes terão acesso a mentorias, bolsas mensais de até R$ 7,5 mil e U$1.300,00, imersões em territórios amazônicos e capital semente para desenvolver o negócio de até R$ 450 mil. As inscrições podem ser feitas no site: Desafio Bioinovação Amazônia

O objetivo do desafio é conectar saberes tradicionais, ciência aplicada e mercado para desenvolver soluções voltadas aos setores de alimentos, cosméticos e novos materiais verdes, utilizando matérias-primas da sociobiodiversidade amazônica. A iniciativa irá selecionar 25 inovadores com experiência em biodiversidade amazônica e 25 especialistas globais em desenvolvimento de produtos. 

Em equipes multidisciplinares, os participantes irão desenvolver soluções para seis desafios construídos a partir de escutas ativas realizadas com comunidades paraenses e acreanas, que geram renda de forma sustentável com produtos da floresta. As propostas estão ligadas às cadeias do açaí, castanha-do-brasil, óleos e amidos vegetais e borracha nativa. 

A iniciativa conta com parceiros estratégicos como a Rede Terra do Meio, articulação formada por mais de 35 organizações comunitárias, indígenas, ribeirinhas e de agricultores familiares da região da Terra do Meio do Xingu, no Pará. E também da Cooperacre, que reúne cerca de 35 cooperativas e associações, representando mais de 2,5 mil famílias extrativistas e de agricultores familiares. 

Para Sílvio Botelho, representante da Rede Terra do Meio, que participou do processo de construção dos desafios, o programa representa uma oportunidade de fortalecer o protagonismo das comunidades. “A iniciativa do Desafio Bioinovação Amazônia conecta diferentes saberes em torno da agenda da sociobiodiversidade, apontando caminhos e possibilidades que tornam possível, ao mesmo tempo, produzir e conservar a partir de novas tecnologias, com cooperação e respeito às populações que vivem na floresta. Por isso essa iniciativa é importante para a Rede Terra do Meio”, comenta. 

Para a Cooperacre, o programa representa uma oportunidade de impulsionar tecnologias disruptivas, promover a verticalização dos produtos da sociobiodiversidade e agregar mais valor às cadeias produtivas amazônicas. “A iniciativa também visa estimular a inovação de produtos, otimizar processos produtivos — especialmente no aproveitamento de resíduos — e ampliar as oportunidades de desenvolvimento econômico e social das comunidades envolvidas. Assim, vamos fortalecer as cadeias da sociobiodiversidade amazônica por meio da inovação, criando mais oportunidades de desenvolvimento econômico e social para as comunidades”, comenta Weverton de Oliveira- coordenador de projetos da Cooperacre. 

Da ideia ao Negócio 

A jornada dos participantes inclui mentorias, capacitações, desenvolvimento de protótipos e uma residência imersiva de 15 dias com atividades em Manaus e nas comunidades envolvidas na criação dos desafios. A experiência permitirá que pesquisadores e desenvolvedores convivam diretamente com o cotidiano das populações amazônicas, compreendendo os problemas, oportunidades e conhecimentos presentes nas cadeias da sociobiodiversidade. 

Além das bolsas mensais entre R$ 3,5 mil e R$ 7,5 mil, para os inovadores aqui falta a parte do especialista em p&D e de as equipes terão acesso a suporte técnico especializado e recursos para o desenvolvimento das tecnologias. Ao final da jornada, três equipes serão premiadas: o primeiro lugar receberá R$ 200 mil; o segundo, R$ 150 mil; e o terceiro, R$ 100 mil para implementação das soluções. 

Segundo Renato Rebelo, coordenador da Zôma, geradora de negócios responsável pelo Desafio, em parceria com o Idesam, a proposta vai além da inovação tecnológica. Ele afirma que o diferencial do programa é unir ciência de ponta, mercado e saberes amazônicos em um processo de cocriação real.  

“Queremos incentivar a criação de negócios sustentáveis que valorizem quem vive na floresta e promovam conservação com geração de renda. O programa nasce com a missão de desenvolver soluções construídas junto às comunidades amazônicas, respeitando os conhecimentos tradicionais e fortalecendo cadeias produtivas locais. A floresta não é apenas fornecedora de matéria-prima, ela é protagonista do processo de inovação”. 

O Desafio Bioinovação Amazônia é uma correalização da Zôma, por meio do Idesam, e da Penn State University, uma das principais universidades de pesquisa do mundo, com apoio financeiro do Bezos Earth Fund. Também são parceiros estratégicos o Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT) e o Centro de Bionegócios da Amazônia (CBA), além de especialistas e consultores de diversas áreas do conhecimento. 

Fonte: Max Mídia/ Imagem: Odara Audiovisual

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