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Exame: Famílias ribeirinhas plantam 13 mil árvores e geram renda extra com bioeconomia no AM

Projeto combina restauração de áreas degradadas com geração de renda para 54 famílias com produção de óleos

Enquanto líderes mundiais se preparam para debater a mudança do clima na COP30, comunidades tradicionais na Amazônia já colocam em prática soluções concretas para a restauração florestal. Na Reserva dNa Reserva de Desenvolvimento Sustentável (RDS) do Uatumã, no Amazonas, 54 famílias ribeirinhas une recuperação ambiental, geração de renda e fortalecimento comunitário através de sistemas agroflorestais.

O projeto Floresta Viva, desenvolvido em uma das áreas mais estratégicas para conservação no Amazonas, resultou em 2025 no plantio de 13.004 árvores distribuídas em 13 comunidades, restaurando 35 hectares de áreas degradadas. A iniciativa representa um modelo prático de como o Brasil pode cumprir seus compromissos no Plano Nacional de Recuperação da Vegetação Nativa (Planaveg), que prevê restaurar 12 milhões de hectares até 2030.

“Plantar árvore na Amazônia é mais do que reflorestar: é manter a floresta viva, criar oportunidades para quem vive nela e garantir um futuro possível. Esse projeto é sobre justiça climática, mas também sobre autonomia e protagonismo das comunidades tradicionais”, afirma André Vianna, diretor técnico do Idesam.

Texto originalmente publicado na Exame, em 09 de agosto de 2025. Acesse a reportagem aqui. Foto: Leandro Fonseca /Exame

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