Com mais de duas décadas de atuação na Amazônia, o Instituto de Conservação e Desenvolvimento Sustentável da Amazônia (Idesam) projeta 2026 como um ano de consolidação institucional e ampliação de iniciativas voltadas à bioeconomia, ao fortalecimento de cadeias produtivas sustentáveis e à geração de renda nos territórios amazônicos.
As perspectivas do instituto estão alinhadas ao planejamento estratégico 2022–2026, que orienta ações integradas entre conservação ambiental, desenvolvimento econômico e protagonismo comunitário, com foco na estruturação de negócios de impacto e na conexão entre ciência, comunidades e mercado.
Entre os eixos centrais para 2026 está o fortalecimento do Programa Prioritário de Bioeconomia (PPBio), coordenado pelo Idesam e idealizado pela Superintendência da Zona Franca de Manaus (Suframa).
O programa tem como objetivo captar recursos oriundos dos investimentos obrigatórios em Pesquisa e Desenvolvimento (P&D), previstos na Lei de Informática, para fomentar a criação de novos produtos, serviços e negócios voltados à bioeconomia amazônica.
A proposta do PPBio é direcionar parte desses recursos para soluções baseadas na sociobiodiversidade, ampliando oportunidades para startups, empreendedores locais e iniciativas que atuam em cadeias produtivas sustentáveis, com potencial de escala e inserção no mercado.
Idesam e Zôma
Outra frente estratégica para 2026 é a consolidação da Zôma, iniciativa criada pelo Idesam durante a COP30 e concebida como um programa de criação de negócios da floresta.
Matéria originalmente publicada pelo site Real Time1 em 30/12/2025
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